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24 de julho de 2011

Sono Após um Almoço?


Publicado
por
em 27 de abril de 2011
na(s) categoria(a) Curiosidades
A Maioria das pessoas, principalmente pessoas que tem um trabalho um tanto pesado, tiram uma soneca após o almoço. Mas por que isso acontece?
Por dois motivos. O principal deles é o aumento de bicarbonato no sangue. Quando começa a digestão , o estômago captura água e gás carbônico no organismo para formar o ácido carbônico. Essse ácido reage com outro, o ácido clorídrico, e forma o suco gástrico, que digere os alimentos. Continue reading ‘Por Que Sentimos Sono Após um Almoço?’

Hacker ou Cracker?


Publicado
por
em 12 de julho de 2011
na(s) categoria(a) Curiosidades e tecnologia

Hacker são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas já os cracker  é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética. Este termo foi criado em 1985 por hackers em defesa contra o uso jornalístico do termo hacker. O uso deste termo reflete a forte revolta destes contra o roubo e vandalismo praticado pelo cracking.

2 de fevereiro de 2011


Brasil não escapará de crise global em 2015, diz tese polêmica

Para consultoria inglesa, fim do ciclo das matérias primas será o estopim de um novo desequilíbrio global

Ilton Caldeira, iG São Paulo | 02/02/2011 05:50

Foto: Luiz Fernando Martinez/Fotoarena
Colheita de trigo no Paraná: nova crise global deve ter início na área de commodities, diz consultoria
A crise financeira internacional, que eclodiu no fim de 2008 e pegou em cheio as nações ricas, nem acabou. Mas a próxima turbulência global já tem data para acontecer: 2015. E desta vez, a crise atingirá principalmente os países emergentes, como o Brasil.
Essa é pelo menos a opinião da consultoria Oliver Wyman Group, sediada em Londres. Nos últimos dias, a consultoria fez circular um estudo polêmico que traz projeções sombrias sobre o futuro dos países emergentes.
No estudo "A Crise Financeira de 2015: Uma história evitável", o consultor Barrie Wilkinson argumenta que o abalo no sistema financeiro deverá partir dos países emergentes dois anos antes, em 2013, quando acabará o forte ciclo de avanço nos preços de matérias primas - commodities - como alimentos e metais.
O autor do trabalho avalia que a forte atividade econômica em mercados emergentes que praticamente passaram ilesos à crise desde 2008 foi impulsionada pela política de injeção de recursos para salvar a economia dos Estados Unidos.
Segundo Wilkinson, os preços das commodities funcionaram como uma esponja, absorvendo o excesso de oferta de moeda global, tendo como os principais beneficiados o Brasil e a Rússia.
 “A alta dos preços de commodities criou fortes incentivos para que as economias emergentes lancem projetos de desenvolvimento e o consumo ganhe força. Da mesma forma que a sobrevalorização dos preços dos imóveis nos EUA havia permitido que as pessoas tivessem gastos excessivos contraindo mais dívidas, os governos das economias ricas em commodities começaram a gastar acima das suas possibilidades”, diz o estudo.
“Eles caíram na armadilha do endividamento para financiar projetos e o consumo com base em avaliações irrealistas”, acrescenta o especialista para justificar o que, segundo ele, deve ser o estopim para uma nova crise.
Wilkinson culpa também a política econômica equivocada praticada pela China, principalmente na questão do câmbio, como um forte estímulo para o processo de valorização das commodities no mundo.
Barrie Wilkinson tem 38 anos e é graduado em engenharia pela Trinity College, na prestigiosa universidade de Cambridge. Desde 1993, trabalha na consultoria Oliver Wyman no departamento de análise e gestão de risco. Ele circulou pelo Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e deu entrevistas sobre a crise que avalia como inevitável.
Sistema financeiro frágil
A tese da consultoria inglesa sobre o fim do ciclo de crescimento de preços de matérias-primas não faz eco entre os economistas brasileiros. Para Antonio Corrêa de Lacerda, professor-doutor do departamento de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), existe um risco para a economia mundial para os próximos anos, mas não em função das commodities e sim pelo próprio cenário do sistema financeiro, que não sofreu alterações relevantes.
“O cenário que provocou a crise em 2008 permanece, com os riscos regulatórios”, diz Lacerda. “Foram feitos alguns pequenos remendos para tentar melhorar a regulação do setor financeiro, mas insuficientes para diminuir os riscos de uma nova crise financeira.”
Na avaliação do economista-chefe do Espirito Santo Investment, Jankiel Santos, nos países emergentes como o Brasil a variação de preços das commodities tem um peso relevante para diversos setores, mas não para todo o conjunto da economia e uma reversão no cenário deve ter um impacto limitado.
“Estamos falando em um cenário em que as economias avançadas não vão se recuperar e voltar a consumir e a China reduzirá o seu apetite por commodities”, diz Santos. “O desenvolvimento de países como a China, entre outros, principalmente no mundo emergente vai estimular os investimentos em infraestrutura. Isso vai continuar influenciando o mercado de commodities metálicas, além do segmento de alimentos, que deve continuar aquecido”, argumenta o economista.
No estudo, da Oliver Wyman Group, o especialista descreve ainda como bancos, dispostos a aceitar retornos menores sobre o capital próprio, que resultaram de exigências mais rígidas para o setor financeiro depois da crise de 2008, podem alimentar novas bolhas em busca de retornos mais elevados em setores como, por exemplo, o mercado de commodities com foco em economias emergentes.
O relatório destaca ainda que os executivos dos bancos e seus acionistas deveriam aceitar que os grandes lucros do passado são insustentáveis nos dias atuais e que eles precisam fazer um trabalho melhor no monitoramento dos riscos, especialmente em setores que produzem lucros elevados no momento, como a área de commodities.

31 de janeiro de 2011

Estigma

Estigma (fenômeno)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



 Os estigmas são cada um dos cinco sinais que aparecem no corpo, nos mesmos pontos onde ocorreu a crucificação de Jesus Cristo, isto é, pés, punhos e tórax. Geralmente manifestam-se na sexta-feira santa e reproduzem as cinco chagas de Jesus.
Pelo que se tem conhecimento, o primeiro estigmatizado foi São Francisco de Assis (1182-1226), sendo que suas marcas perduraram por dois anos. Ao longo do tempo o estigma já se manifestou em milhares de pessoas, em diferentes regiões do mundo.
Alguns cientistas colocam a hipótese dos estigmatizados usarem ácido carbólico (fenol) para produzirem a suas chagas. Contudo tal acusação não tem fundamento em termos químicos uma vez que as feridas provocadas por ácido não sangram, pois a substância corrosiva cauteriza as mesmas e impede a hemorragia, enquanto que os estigmas dos Santos sangravam em abundância.
Não existe nenhum fundamento científico para a ocorrência dos estigmas, assim como as ocorrências passadas ao longo da História não foram até hoje provadas cientificamente ou submetidas a escrutínio científico, sendo que não podem ser consideradas, sob este ponto de vista, totalmente verídicas.
Os estigmatizados forma pessoas com um poder de fé acima da normalidade, e sua experiência religiosa os colocava tão próximos de Deus e de Suas maravilhas que ao mesmo tempo eram testados e colocados à prova diante de seus maiores temores e demônios, que chegavam a se transpor em forma da dor física através dos estigmas, as mesmas chagas de Cristo. A dor deles era tão profunda que sem nenhuma comprovação científica, sofriam em seus corpos as mesmas dores que Cristo sofreu na crucificação.


Estigmatizados famosos

25 de janeiro de 2011

Conheça o Parlo, o robô que domina o inglês

 Os robôs ainda vão dominar nosso mundo. Anote essa frase. A bola da vez é o Palro, um robô antropomórfico fabricado pela japonesa Fujitsu. Apesar do nome difícil de falar em vários idiomas, tem uma aparência amistosa e voz feminina também agradável. Felizmente, pois a mais recente demonstração envolvia uma conversação em inglês, no que ele se mostrou um pouco prolixo.
Na hora de tirar a foto, Palro pede para que a pessoa olhe para seu rosto e depois dá um tapinha na poupança para o clique.
Dentro do peitoral de Palro, há um PC Atom Z530, com 4GB de memória flash. Tudo isso funcionando graças a uma versão do Ubuntu especialmente para o robô.

A expectativa do fabricante é já disponibiizar o robô para uso acadêmico, pela bagatela de U$ 3.600.


FONTE: SITE - WWW.POP.COM.BR

16 de julho de 2010

O RISO

                         O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional.
Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.

Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.

Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.

Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905-1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.

Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.

A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.

Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.

O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.

Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

A luz do Vaga-lume

                                            

                                          Brasil Escola » Curiosidades » A luz do Vaga-lume

O vaga-lume é um inseto coleóptero que possui emissões luminosas devido aos órgãos fosforescentes localizados na parte inferior do abdômen. Essas emissões luminosas são chamadas de bioluminescência e acontecem em razão das reações químicas onde a luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear produzindo oxiluciferina que perde energia fazendo com que o inseto emita luz.

Outro fator que impulsiona emissões luminosas é o de chamar atenção de seu parceiro ou parceira. O macho emite sua luz avisando que está se aproximando enquanto a fêmea pousada em determinado local, emite sua luz para avisar onde está.

Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e somente 5% aproximadamente se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na traqueia e no cérebro, dando ao inseto total controle sobre sua luz.

Infelizmente, os vaga-lumes estão ameaçados pela forte iluminação das cidades, pois quando entram em contato com essa forte iluminação, sua bioluminescência é anulada interferindo fortemente na reprodução, podendo até serem extintos.